As redes de relacionamentos vem sendo as principais responsáveis pelos avanços obtidos por jovens e adolescentes que, apesar de possuírem poucos anos de estudos, tem se sobressaído nas estatísticas de acessos diários. As redes sociais têm servido como suporte aos
internautas de curta e longa distância
para efetivação de diferentes fins, amizades, estudos, envio de mensagens,
divulgação de trabalhos, participação em fóruns, negócios, marketing, etc. Em
2008, a internet contava com 56 milhões de usuário entre todas as
faixas etárias. O Facebook é a rede social que mais cresce no mundo. Ele conseguiu 50
milhões de adeptos em apenas três meses e dois meses depois, atingiu o
recorde de possuir 400 milhões de usuários. Esses
números assustam quando se pensa nos efeitos aversivos das
redes sociais. Elas existem para uma infinidades de fins, no entanto, não
quer dizer que não possuam aspectos negativos. Uma exposição de longas horas não significa, necessariamente, que a criança
ou adolescente esteja estudando.
É recomendável aos pais exercerem um maior controle no acesso a esses sites, procurando orientar seus filhos em relação à excessiva exposição, o acesso a determinadas páginas e, até mesmo,
quanto à veracidade das informações postadas, etc., porque a internet, também, facilita a execução de crimes, da pedofilia, da
exposição do indivíduo e do cyberbullying.
De acordo com Levy(1994), a internet mudou a forma do homem pensar, conviver e agir e a escola deve estar preparada para essas mudanças, inclusive, aquelas ligadas à comunicação escrita. A educação deve repensar seus currículos e práticas para acompanhar esse
ritmo frenético imposto pela era digital. Humanizar o
ensino e as práticas são imperativos imediatos. O currículo deve propor uma educação
holística que contemple as necessidades imediatas e mediatas do aluno frente as demandas socioculturais da atualidade.










