A globalização do mundo em tempo de tecnologia de ponta vem inserindo no contexto social novas linguagens, novos gêneros, novas exigências no cenário educacional que requerem de todos os profissionais novas competências e mais proficiência. Inserida neste contexto de rapidez nas informações, a escola vive um momento único: o de ter sua rotina de trabalho acelerada em todos os sentidos, desde os objetivos até as estratégias e ações planejadas. A mudança de paradigmas imposta pelo contexto sócio-cultural visa acompanhar o ritmo acelerado da modernidade.A tecnologia se impõe a todos os setores em forma de cobrança diária. Nesse âmbito, a educação passa a ser vista sob várias perspectivas, onde o compromisso para com a sociedade é o de formar cidadãos competentes, qualificados e em condições de obter seu lugar ao sol. Qualquer que seja a metodologia que se empregue no contexto escolar, esta deverá ser flexível, sujeita às constantes inovações.
A comunicação é uma capacidade natural do ser humano. Ao emitir-se qualquer enunciado durante uma conversação, esse enunciado se projeta através de textos. Os textos surgem em decorrência da necessidade comunicação do homem e, portanto, eles precisam ser contextualizados. O contexto é que determina o gênero propicio. Um gênero pode ser definido como atos de fala, enunciados produzidos por um indivíduo. Como tal, os gêneros possuem características que lhes são inerentes e que permitem ao falante recorrer no momento de fala a um texto adequado. Visto por este prisma, um gênero textual passa a ter a conotação de suporte, ordenador e estabilizador das atividades interativas do ser humano. O domínio de um falante sobre as múltiplas formas de se trabalhar os gêneros discursivos, representa o que pode-se chamar de competência lingüística e investir na qualificação desta competência faz parte da atividade escolar e de todo processo de ensino-aprendizagem. Nos comunicamos diariamente através de textos e cada texto discursivo se insere dentro de um gênero que tem suas características próprias em termos de conteúdo, estrutura e seqüências lingüísticas. A utilização de qualquer gênero e do contexto adequado é um recurso aprendido durante as práticas sociais, nas quais os falantes desenvolvem sua competência lingüística. Este aprendizado é essencial para o homem e representa grande parte do processo de socialização. Na medida em que uma pessoa fala, ela improvisa ao mesmo tempo em que organiza seu texto e estabelece estratégias objetivando a assimilação de valores da sociedade.
Visto sob a perspectiva de ações sócio-discursivas, os gêneros textuais agem sobre o mundo das relações como fator que molda às falas de acordo com o contexto e as exigências do momento. Os gêneros textuais utilizados pelo professor servem como suporte didático em classes de Língua Portuguesa, Inglesa ou Espanhola, etc., e apresentam-se como um desafio bastante positivo no rendimento do aluno porque além de qualificar a prática do professor ventila a possibilidade de uma prática prazerosa, livre e mais objetiva por parte do aluno, colaborando para que este direcione seu próprio conhecimento. Os gêneros, na verdade, se constituem numa atividade simples que sempre esteve na esfera da atividade escolar, mas que eram trabalhados de uma forma diferente. Nas últimas décadas, o velho se vestiu de uma nova roupagem e eles assumiram uma nova conotação no espaço escolar e o sucesso presente reside em trabalhar superando a prática tradicional em que se colocavam maior ênfase no estudo da tipologia textual em relação ao gênero textual. Os educadores têm observado com a ajuda da Lingüística Textual que focalizar mais o estudo do gênero no ensino é mais proveitoso e correto e colabora numa aprendizagem mais rápida por parte do aluno, haja vista que os tipos textuais estão inseridos no interior de cada dos textos produzidos por eles e fica a critério do profissional focalizá-los quando convier.
Mariana José S. da Silva - http://mai.ju@terra.com.br
A comunicação é uma capacidade natural do ser humano. Ao emitir-se qualquer enunciado durante uma conversação, esse enunciado se projeta através de textos. Os textos surgem em decorrência da necessidade comunicação do homem e, portanto, eles precisam ser contextualizados. O contexto é que determina o gênero propicio. Um gênero pode ser definido como atos de fala, enunciados produzidos por um indivíduo. Como tal, os gêneros possuem características que lhes são inerentes e que permitem ao falante recorrer no momento de fala a um texto adequado. Visto por este prisma, um gênero textual passa a ter a conotação de suporte, ordenador e estabilizador das atividades interativas do ser humano. O domínio de um falante sobre as múltiplas formas de se trabalhar os gêneros discursivos, representa o que pode-se chamar de competência lingüística e investir na qualificação desta competência faz parte da atividade escolar e de todo processo de ensino-aprendizagem. Nos comunicamos diariamente através de textos e cada texto discursivo se insere dentro de um gênero que tem suas características próprias em termos de conteúdo, estrutura e seqüências lingüísticas. A utilização de qualquer gênero e do contexto adequado é um recurso aprendido durante as práticas sociais, nas quais os falantes desenvolvem sua competência lingüística. Este aprendizado é essencial para o homem e representa grande parte do processo de socialização. Na medida em que uma pessoa fala, ela improvisa ao mesmo tempo em que organiza seu texto e estabelece estratégias objetivando a assimilação de valores da sociedade.
Visto sob a perspectiva de ações sócio-discursivas, os gêneros textuais agem sobre o mundo das relações como fator que molda às falas de acordo com o contexto e as exigências do momento. Os gêneros textuais utilizados pelo professor servem como suporte didático em classes de Língua Portuguesa, Inglesa ou Espanhola, etc., e apresentam-se como um desafio bastante positivo no rendimento do aluno porque além de qualificar a prática do professor ventila a possibilidade de uma prática prazerosa, livre e mais objetiva por parte do aluno, colaborando para que este direcione seu próprio conhecimento. Os gêneros, na verdade, se constituem numa atividade simples que sempre esteve na esfera da atividade escolar, mas que eram trabalhados de uma forma diferente. Nas últimas décadas, o velho se vestiu de uma nova roupagem e eles assumiram uma nova conotação no espaço escolar e o sucesso presente reside em trabalhar superando a prática tradicional em que se colocavam maior ênfase no estudo da tipologia textual em relação ao gênero textual. Os educadores têm observado com a ajuda da Lingüística Textual que focalizar mais o estudo do gênero no ensino é mais proveitoso e correto e colabora numa aprendizagem mais rápida por parte do aluno, haja vista que os tipos textuais estão inseridos no interior de cada dos textos produzidos por eles e fica a critério do profissional focalizá-los quando convier.












